A rede de espaços de coworking SITIO, com presença em Lisboa, Porto, Aveiro e Guimarães, identifica quatro fatores essenciais para a felicidade no local de trabalho.
Com dez anos de experiência no apoio a profissionais em busca de soluções de trabalho flexíveis, têm acompanhado as diferentes fases de amadurecimento de culturas empresariais cada vez mais focadas na felicidade dos seus colaboradores. Neste contexto, encontram um mercado mais atento ao conforto dos espaços de trabalho, a estratégias para a colaboração mais fluída e a práticas que promovam uma gestão flexível entre a vida profissional e pessoal. Também as lideranças têm procurado adaptar-se à mutabilidade dos critérios que contribuem para a felicidade corporativa, buscando formação neste sentido e recorrendo a novas soluções de trabalho.
“É com alegria que temos vindo a assistir a um aprofundar genuíno do interesse das empresas pela felicidade dos profissionais que integram as suas equipas. Temos feito este caminho em conjunto com estas organizações, procurando formas inovadoras de pensar locais de trabalho mais práticos, espaçosos e preparados para várias situações do dia a dia. O nosso objetivo final é tirar o peso dos ombros dos profissionais e das empresas, contribuindo para dias mais leves e maiores taxas de retenção de talento”, esclarece Miguel Ricardo, General Manager do SITIO.
1 I Modelo Flexível
A flexibilidade está na base de uma carreira profissional feliz. O modelo de trabalho flexível, cada vez mais explorado por grandes organizações, permite aos profissionais gerir a sua vida profissional e pessoal de forma mais equilibrada. Este equilíbrio reflete-se em dimensões fundamentais da vida de um profissional, como a saúde, a vida familiar, a vida social, e a realização pessoal. O espaço para gerir com maior fluidez todas estas dimensões da vida, contribui positivamente na vida profissional, derrubando barreiras que limitam a produtividade.
2 I Comunidade
O sentido de comunidade é outro fator que merece atenção de todos aqueles que dedicam a sua vida a pensar culturas empresariais mais viradas para a felicidade. Os tecidos sociais de uma organização e espaço de trabalho impactam diretamente a disponibilidade para gerir momentos de crise ou até a abertura para a criatividade. Neste sentido, é crucial pensar formas de trabalhar comunidades de profissionais e criar um maior grau de proximidade e unidade. Eventos de teambuilding, locais de trabalho em open space, e até o simples hábito de almoçar em conjunto, são hábitos que contribuem para a criação de comunidades coesas e ricas, o que se refletirá diretamente na performance profissional entre equipas. Se possível, é importante que as empresas ou espaços de trabalho destaquem Community Managers para gerir e maximizar estas dinâmicas.
3 I Crescimento Profissional
A perspetiva de crescimento profissional é um fator decisivo para a retenção de talento. Este desenvolvimento é possível através de uma cultura de formação contínua, focada nas competências técnicas e humanas. Frequentar um ambiente que oferece um leque de percursos de aprendizagem contribui ativamente para a realização profissional e até pessoal. Em oposição, a constante sensação de estagnação traz claros malefícios para a saúde mental e felicidade no geral.
4 I Inovação
Finalmente, as culturas empresariais que procuram construir um ecossistema de inovação, convidando os seus colaboradores a saírem da sua zona de conforto e fazerem uso da criatividade e inovação contribuem para ambientes de trabalho mais dinâmicos e leves. Além disso, a capacitação para a inovação contribui ativamente na busca de novas abordagens para os desafios propostos. Também a promoção de um ambiente virado para a inovação merece ser trabalhado de forma contínua e sistemática, através de espaços abertos à colaboração e workshops orientados para a temática.
“É também um sinal positivo observar que os próprios profissionais têm procurado expandir o seu grau de felicidade nas horas de trabalho, procurando soluções mais alinhadas com os seus valores e estilo de vida”, conclui Miguel Ricardo.
