Há ideias que ouvimos e que nos fazem refletir sobre a forma como trabalhamos e lideramos.
No Game Changers 2026, houve uma mensagem de Ricardo Costa que me ficou particularmente presente: a importância de escolher pessoas não apenas pelo seu profissionalismo, mas também pelos seus valores.
Falou de dignidade humana, ética, tolerância, diversidade, cooperação e colaboração.
Palavras simples, mas que nem sempre são fáceis de colocar em prática.
Enquanto profissional de Recursos Humanos, acredito que podemos ensinar competências, desenvolver capacidades e melhorar processos. Mas há algo que não podemos deixar para segundo plano: a forma como tratamos as pessoas.
Uma equipa pode ter excelentes profissionais e, ainda assim, não ser uma boa equipa.
Porque o talento, por si só, não chega. É preciso respeito. É preciso saber ouvir. É preciso reconhecer que as diferenças nos podem tornar mais fortes.
E, acima de tudo, é preciso coerência entre aquilo que defendemos e aquilo que fazemos todos os dias.
Saí desta reflexão com uma convicção ainda mais forte:
Não basta construir empresas de sucesso. Importa construir organizações onde as pessoas possam crescer sem deixar de ser quem são.
Por: Sandra Piedade
